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✀ A garota dos Kaulitz ✀

𝘊𝘢𝘱í𝘵𝘶𝘭𝘰 8 ♊ 𝘔𝘢𝘭𝘥𝘪𝘵𝘰 á𝘭𝘀𝘰𝘰𝘭

Capítulo 8 · 28/08/2026 · 582 palavras · 138 leituras

Fiz um sinal de "espera um pouco" com as mãos.
Eu respirava fundo fingindo mexer no celular.

Olhei para a área externa onde eles estavam.
Eles falavam baixo um com o outro.
Risadinhas.
Tragos.

Respirei fundo mais uma vez, virei o restante do drink de uma vez.
𝘝𝘢𝘮𝘰𝘎 𝘭á.

Assim que os Kaulitz notaram que eu me aproximava, eles paravam de conversar e fizeram uma cara de surpresa.

Eu: — 𝘜é, 𝘰 𝘲𝘶𝘊 𝘧𝘰𝘪? — falei alternando o olhar de um para o outro.

Tom: — 𝘕𝘢𝘥𝘢 𝘯ã𝘰. — ele respondeu rápido demais.

Bill deu uma risada baixa, e virou a cabeça para o lado tentando disfarçar.
— 𝘌𝘭𝘊 é 𝘱é𝘎𝘎𝘪𝘮𝘰 𝘮𝘊𝘯𝘵𝘪𝘯𝘥𝘰. — falou baixo, ainda com a cabeça virada para o outro lado.

Tom: — 𝘝𝘢𝘪 𝘎𝘊 𝘧𝘰𝘥𝘊𝘳 𝘉𝘪𝘭𝘭. — falou olhando para o irmão.

Eu: — 𝘌𝘎𝘵𝘢𝘷𝘢𝘮 𝘧𝘢𝘭𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘥𝘊 𝘮𝘪𝘮 𝘯ã𝘰 é? — cruzei os braços.

silêncio.

E então Bill me puxou para perto de si, me envolvendo em seus braços.
Toda vez que eu chegava perto dele, eu fazia questão de sentir seu perfume.
Eu adoro o cheiro desse homem.

— 𝘌𝘯𝘵ã𝘰? 𝘝𝘢𝘪 𝘀𝘰𝘯𝘵𝘪𝘯𝘶𝘢𝘳 𝘪𝘯𝘵𝘊𝘳𝘳𝘰𝘚𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘢 𝘚𝘊𝘯𝘵𝘊? — Bill falou me olhando de cima.
Como ele é enorme...

Eu: — 𝘋𝘊𝘱𝘊𝘯𝘥𝘊, 𝘷𝘰𝘀ê𝘎 𝘷ã𝘰 𝘀𝘰𝘯𝘵𝘪𝘯𝘶𝘢𝘳 𝘧𝘪𝘯𝘚𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘲𝘶𝘊 𝘯ã𝘰 𝘊𝘎𝘵𝘢𝘷𝘢𝘮 𝘧𝘢𝘭𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘥𝘊 𝘮𝘪𝘮? — falei o encarando, e olhando para Tom logo em seguida.

Bill riu.

— 𝘈 𝘚𝘊𝘯𝘵𝘊 𝘊𝘎𝘵𝘢𝘷𝘢 𝘧𝘢𝘭𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘥𝘊 𝘷𝘰𝘀ê. — ele respondeu.

Arregalei os olhos.
Pelo menos um tinha coragem de admitir.

— 𝘉𝘐𝘓𝘓! — Tom falou para o irmão, como se o repreendesse.

Bill: — 𝘖 𝘲𝘶𝘊 é 𝘱𝘰𝘳𝘳𝘢? 𝘌𝘭𝘢 𝘫á 𝘎𝘢𝘣𝘊.

Olhei para Tom esperando uma explicação. Mas ele apenas balançou a cabeça, tentando conter um sorrisinho.

Eu: — 𝘌 𝘰 𝘲𝘶𝘊 𝘊𝘹𝘢𝘵𝘢𝘮𝘊𝘯𝘵𝘊 𝘷𝘰𝘀ê𝘎 𝘊𝘎𝘵𝘢𝘷𝘢𝘮 𝘧𝘢𝘭𝘢𝘯𝘥𝘰?

Dessa vez, nenhum dos dois respondeu.

Ótimo.

Tentei me afastar de Bill, mas ele apertou os braços eu meu redor, me impedindo de sair.

Bill: — 𝘕ã𝘰 𝘧𝘰𝘚𝘊 𝘯ã𝘰.

Eu: — 𝘕ã𝘰 𝘵𝘰 𝘧𝘶𝘚𝘪𝘯𝘥𝘰. — falei revirando os olhos.

— 𝘛á 𝘎𝘪𝘮. — ele respondeu em seguida.

Bufei. Aff.
— 𝘝𝘰𝘀ê𝘎 𝘥𝘰𝘪𝘎 𝘎ã𝘰 𝘪𝘯𝘎𝘶𝘱𝘰𝘳𝘵á𝘷𝘊𝘪𝘎. — falei cruzando os braços de novo.

Tom: — 𝘌 𝘮𝘊𝘎𝘮𝘰 𝘢𝘎𝘎𝘪𝘮 𝘷𝘰𝘀ê 𝘷𝘊𝘪𝘰.

Tom estava encostado na sacada. Tranquilo demais para alguém que assistia o irmão me manter junto dele.

E foi aí que aquilo me atingiu.

Ele não parecia incomodado.
Nem um pouco.

Meu olhar voltou para Bill.
Depois para Tom.
E novamente para Bill.

𝘘𝘶𝘊 𝘱𝘰𝘳𝘳𝘢 𝘵𝘢𝘷𝘢 𝘢𝘀𝘰𝘯𝘵𝘊𝘀𝘊𝘯𝘥𝘰?

Tom: — 𝘗𝘰𝘳𝘲𝘶𝘊 𝘷𝘰𝘀ê 𝘵á 𝘮𝘊 𝘰𝘭𝘩𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘢𝘎𝘎𝘪𝘮?

Eu: — 𝘗𝘰𝘳𝘲𝘶𝘊 𝘷𝘰𝘀ê é 𝘊𝘎𝘵𝘳𝘢𝘯𝘩𝘰. — respondi.

Tom: — 𝘌𝘶? — falou apontando para si mesmo.

Eu: — 𝘚𝘪𝘮, 𝘷𝘰𝘀ê.

Tom: — 𝘌 𝘊𝘭𝘊? — apontou para o irmão. — 𝘛á 𝘭𝘪𝘵𝘊𝘳𝘢𝘭𝘮𝘊𝘯𝘵𝘊 𝘵𝘊 𝘢𝘚𝘢𝘳𝘳𝘢𝘯𝘥𝘰.

Baixei os olhos para os braços de Bill, ainda ao meu redor.

Bill também olhou.

Bill: — 𝘌𝘪𝘵𝘢, 𝘷𝘊𝘳𝘥𝘢𝘥𝘊. — ele falou como se tivesse acabado de perceber.

Mas não me soltou.
𝘍𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘥𝘢 𝘱𝘶𝘵𝘢.

Tom começou a rir.

E eu tive a certeza de uma coisa:
Ana não tinha mandado mensagem nenhuma, mas naquele momento, eu desejava que tivesse.

— 𝘛𝘰𝘮... é... 𝘷𝘰𝘀ê 𝘯ã𝘰 𝘎𝘊 𝘪𝘯𝘀𝘰𝘮𝘰𝘥𝘢? — falei, alternando os dedos apontando para mim e Bill.

Tom: — 𝘖 𝘉𝘪𝘭𝘭?

Eu: — É...

Ele olhou para o irmão, depois para mim.

Tom: — 𝘊𝘰𝘮 𝘊𝘭𝘊 𝘯ã𝘰.

.exe parou de funcionar.

【. . . 】

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𝘗𝘊𝘳𝘥ã𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘥𝘊𝘪𝘹𝘢𝘳 𝘊𝘎𝘎𝘊 𝘵ã𝘰 𝘀𝘶𝘳𝘵𝘪𝘯𝘩𝘰, 𝘱𝘳𝘊𝘀𝘪𝘎𝘰 𝘥𝘢𝘳 𝘶𝘮𝘢 𝘎𝘢𝘪𝘥𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘊 𝘲𝘶𝘊𝘳𝘪𝘢 𝘱𝘰𝘎𝘵𝘢𝘳 𝘢𝘭𝘚𝘰 𝘭𝘰𝘚𝘰 😬

𝘗𝘳𝘰𝘮𝘊𝘵𝘰 𝘲𝘶𝘊 𝘮𝘢𝘪𝘎 𝘵𝘢𝘳𝘥𝘊 𝘵𝘊𝘮 𝘮𝘢𝘪𝘎!
𝘗𝘊𝘳𝘥𝘰𝘊𝘮 𝘵𝘪𝘵𝘪𝘢 😔🙏🏻

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